29.06.2012

TERRORISTAS DO REGIME ANGOLANO ATACARAM COM GÁS TÓXICO A ESCOLA 11 DE NOVEMBRO NA PROVÍNCIA DO UÍJE QUE OCASIONOU A MORTE DE UMA ALUNA

Na quinta-feira do dia 21 de Junho de 2012, entre 8:00 e 9:30 horas de Angola, os terroristas do regime Angolano atacaram a Escola 11 de Novembro com substâncias tóxicas que deixou várias alunas e alunos desmaiados. Passado seis dias depois, uma das vítimas morreu no dia 27 de Junho de 2012, as 10.00 horas, no hospital do Uíje. Segundo os familiares, depois de desmaio, a jovem de 16 anos de idade tinha convulsões constantes causadas por trauma do gás tóxico misterioso, efeitos psíquicos e epilepsia. Para além da jovem que faleceu, uma outra jovem grávida também encontra-se no estado grave e como tanto outros alunos vítimas destes ataques terrorista, neste momento que o país prepara-se para terceira fase das eleições em Angola.

A IAADH já denunciou em 2011 a utilização deste gás tóxico perigoso nas escolas e nas praças públicas no território angolano. Como tanto outras Órgãos da informação já terá levantado várias vezes esta temática, mas o Governo angolano nunca mostrou interesse para dar esclarecimento e/ou incentivar investigações sobre os terroristas que prejudicam a ordem pública, matam crianças, sobre tudo nas escolas e praças publicas em todo território nacional. O gás tóxico misterioso já foi colocado em várias escolas em Luanda (Viana, Rangel, Kilamba Kiaxi, Cacuaco e como também nas escolas das províncias...) deixando desmaiados, um número elevado no total de mais de mil alunos, segundo os dados. O regime não mostra interesses porque tem conhecimento sobre as razões reais de uso desse líquido misterioso, senão o governo devia ter esses acontecimentos todos esclarecidos e as vítimas indemnizadas. Lembramos a opinião pública nacional como internacional de que, a Policia Nacional de Angola, órgão que executa ordem do governo, foi apanhada inflagrante a utilizar os mesmos gás tóxico nas praças públicas contra os manifestantes pacíficos em Angola, que ocasionou também a sufocação das vítimas. Considerando essa grande consciência, a IAADH volta novamente denunciar a Policia Nacional e o regime ditatorial sob José Eduardo dos Santos como autores desses actos de ataques químicos e biológicos terroristas que ameaçam a segurança humana e ambiental em Angola como na região de África Austral.

Já em Junho do ano passado o Psiquiatra Jaime Sampaio, falou dos danos deste gás tóxico misterioso. “Segundo o especialista, o gás tóxico que tem sido espalhado nas escolas em algumas províncias do país, causando desmaios aos alunos, pode ter consequências neuropsiquiátricas nas vítimas. Esta situação pode afectar significativamente o sistema nervoso central e reduzir o coeficiente de inteligência (QI), que desempenha um papel preponderante no desenvolvimento psicológico do ser humano e em particular na adolescência. Por isso, a inalação do gás tóxico que origina os desmaios poder vir a reflectir-se futuramente num quadro de pouca memória, convulsões, alucinações ou delírios por parte das vítimas, além de problemas de irritabilidade fácil. Jaime Sampaio, que chefia os serviços de emergência do Hospital Psiquiátrico de Luanda, apontou ainda como consequências a curto prazo a quebra de rendimento escolar, caso “não sejam devidamente acompanhados”. Para além do pessoal médico, sugere o envolvimento de outros especialistas, como psicólogos e sociólogos, para se ocuparem do estado emocional destas vítimas que são, na sua maioria, crianças e adolescentes. Um tóxico é sempre tóxico e pode afectar outros órgãos nobres como o coração, o rim e, acima de tudo, o cérebro, onde existe a grande razão cognitiva para que o ser humano desenvolva toda a sua habilidade psicológica e física”.

Segundo os documentos que a IAADH teve acesso na Alemanha, o regime angolano “comprou no ano de 2009, equipamentos militares”, codificados A0007 nos relatórios sobre a venda das armas pela Alemanha, e claramente definidos como “agentes biológicos e químicos para fins militares e uso na guerra”. Mas, numa resposta do governo alemão de Outubro 2010, quanto a pergunta parlamentário de um deputado federal, os representantes alemãs confirmaram o negócio mortal com o regime, mas explicaram que os equipamentos militares exportados ao regime angolano “eram sempre lavadoras de alta pressão para de contaminação de camiões militares”. Devido a recusa pela parte do governo alemão até hoje em dia de dar mais detalhes sobre esse negócio como “agentes biológicos e químicos” ou não, exigimos o governo de Angola de esclarecer a opinião pública angolana e internacional, quais dos equipamentos militares comprados na Alemanha realmente sob a codificação mencionada em cima. Alem disso, mobilizamos os angolanos de pressionar o governo de Angola, entre outro o regime Dos Santos, de divulgar ao povo porque compraram “lavadoras de alta pressão para de contaminação de camiões militares” e de explicar onde que pretendem utilizar isso, em Angola ou fora do pais. Segundo as informações, tudo indica que o regime angolano utiliza esse gás tóxico misterioso como ensaio para missões militares futuras, fora de Angola e nas zonas contaminadas, particularmente cumprindo as ordens dos paises superpotências internacionais (EUA, União Europeia, China) que consideram o regime Dos Santos como a marioneta para defender seus interesses estratégicos nessa região do mundo, de África Austral até Golfo de Guinea, rica em recursos naturais, entre outros petróleo, gás líquido natural (LNG) e terras raras.

A IAADH exige do governo o esclarecimento imediato de todos ataques químicos e biológicos cometidos até hoje em dia em Angola. Além disso, exigimos a demissão incondicional do Ministro do Interior Sebastião Martins, por incompetência e ou por inactivíssimo numa situação que ameaça a integridade do território angolano e a vida dos angolanos. Senão consideremos que, gás tóxico é uma nova arma que o MPLA encontrou para exterminar os filhos dos indígenas.


E também exigimos a demissão de todos os responsáveis dos Serviços de Informação e Segurança do Estado (SINSE) e os Serviços de Inteligência Militar (SIM) o seu chefe máximo António José. Porque esses oficiais preferem perseguir os políticos da oposição e activistas pro-democracia, que investigar os terroristas que ameaçam a segurança humana em Angola.

Com estes ataques biológicos a IAADH adverte a comunidade Internacional de tomar medidas claras e punitivas por honra e respeito a vida dos Angolanos. Se o regime Angolano usa estes meios oriundos sem piedade do seu próprio povo, tudo vale para eles continuarem no poder, então é um perigo, não só para região de África Austral, mas também para o mundo e sobre tudo no actual guerra contra terrorismo de todo especie.

 Apelamos todas as famílias das vítimas destes ataques terroristas de apresentarem queixa-crime contra o Governo Angolano nos tribunais locais para sejam indemnizados devido a dor, o sofrimento e perda das vidas humanas causados pela utilização destes produtos tóxicos misteriosos contra os alunos nas escolas. Solicitem os os médicos angolanos como internacionais de ajudar a sociedade civil angolana esclarecer as mortes e as consequências médicas do gás via análises profundas e autópsia das vítimas. Mobilizamos os advogados para que estes ajudem as famílias das vítimas vos formular as queixas contra o regime de José Eduardo dos Santos por que justiça seja feita e que pormos fim a essas ameaças terroristas sob cobertura das autoridades policiais e da secreta em Angola.

Fonte: IAADH

 

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