GUIA DE ACTIVISMO:
METODOS NÀO-VIOLENTOS E PREPARATIVOS PARA MANIFESTANTES CONTRA AS INJUSTIÇAS, MÁ GOVERNAÇÃO, CORRUPÇÃO, REPRESSÃO E CONTRA A DITADURA

- Adaptada no contexto angolano-
Como comportar-se e agir perante à repressão e o opressor
Durante o percurso da sua campanha você tem que cuidar da gestão de três tipos de recursos
apresentados tais como - humanos, materiais e tempo - você para implementar coloca
o plano em sentido inverso, mas você também irá prepara-lo para enfrentar as medidas da repressão que o seu adversário não vai deixar de usar.
Os métodos repressivos usados contra
um movimento de oposição são muitas e consistem
principalmente de pressão sobre seus membros e impedir ou
dificultar suas ações para evita-lo de agir de forma eficazr. Propomos, portanto, agora de aprender o máximo
possível para neutralizar a capacidade de seu adversário
para obstruir e controlar sua rede de comunicações interna e externa e, sua influência negativa sobre o moral de suas tropas: Se a moral dos activistas é alcançado e o adversário é capaz de antecipar todas  as ações de sua campanha, o movimento terá pouca chance de aplicação eficaz da sua estrategia não-violenta.
Os métodos repressivos de criar um clima de o medo, é um método frequentemente utilizado. O medo é uma reação que ocorre naturalmente em alguns circunstâncias,
quando o corpo e a mente se sentem ameaçados.
Despertar o medo é, portanto, uma ferramenta eficaz enfraquecer a capacidade de um movimento para agir. Então você vai aprender o que é medo, e como antenuar efeitos adversos através da comunicação e criar um clima de confiança dentro do seu movimento. Portanto, este é assuntos sérios, por isso sempre tenha em mente que não há vergonha em ser colocado na prisão por causa de seu compromisso com a liberdade e a democracia.

 
 

 

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17.09.2011
avo

Rafael Marques lançou em Lisboa o livro "Diamantes de Sangue - Corrupção e Tortura em Angola". Em entrevista ao Negócios o jornalista aponta o dedo à classe dirigente angolana

O jornalista angolano, em entrevista, aponta o dedo à classe dirigente angolana, que diz ser uma "associação de malfeitores" e não acredita na vontade de José Eduardo dos Santos em querer combater a corrupção.

"São discursos cínicos. Não acredito nele, porque a corrupção é o principal suporte de manutenção da sua presidência", afirma. Há uns anos, em resultado de várias denúncias que fez sobre a corrupção e a repressão em Angola, um deputado do MPLA prognosticou que não chegaria aos 40 anos. A 31 de Agosto deste ano, Rafael Marques, celebrou a passagem do seu 40º aniversário.

 

Leia a entrevista na integra no Weekend, hoje com o Negócios.

 

Jornal de Negócios
 
   
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