GUIA DE ACTIVISMO:
METODOS NÀO-VIOLENTOS E PREPARATIVOS PARA MANIFESTANTES CONTRA AS INJUSTIÇAS, MÁ GOVERNAÇÃO, CORRUPÇÃO, REPRESSÃO E CONTRA A DITADURA

- Adaptada no contexto angolano-
Como comportar-se e agir perante à repressão e o opressor
Durante o percurso da sua campanha você tem que cuidar da gestão de três tipos de recursos
apresentados tais como - humanos, materiais e tempo - você para implementar coloca
o plano em sentido inverso, mas você também irá prepara-lo para enfrentar as medidas da repressão que o seu adversário não vai deixar de usar.
Os métodos repressivos usados contra
um movimento de oposição são muitas e consistem
principalmente de pressão sobre seus membros e impedir ou
dificultar suas ações para evita-lo de agir de forma eficazr. Propomos, portanto, agora de aprender o máximo
possível para neutralizar a capacidade de seu adversário
para obstruir e controlar sua rede de comunicações interna e externa e, sua influência negativa sobre o moral de suas tropas: Se a moral dos activistas é alcançado e o adversário é capaz de antecipar todas  as ações de sua campanha, o movimento terá pouca chance de aplicação eficaz da sua estrategia não-violenta.
Os métodos repressivos de criar um clima de o medo, é um método frequentemente utilizado. O medo é uma reação que ocorre naturalmente em alguns circunstâncias,
quando o corpo e a mente se sentem ameaçados.
Despertar o medo é, portanto, uma ferramenta eficaz enfraquecer a capacidade de um movimento para agir. Então você vai aprender o que é medo, e como antenuar efeitos adversos através da comunicação e criar um clima de confiança dentro do seu movimento. Portanto, este é assuntos sérios, por isso sempre tenha em mente que não há vergonha em ser colocado na prisão por causa de seu compromisso com a liberdade e a democracia.

 
 

 

Carta de solidariedade e apoio moral á juventude corajosa contra ditadura, corrupção e má governação em angola

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ACUSAÇÃO: O eixo do mal

17.09.2011
avo

Num tom assumidamente crítico, com nuances que terão surpreendido até os mais fervorosos militantes da “grande família”, Bento Bento descreveu cada uma das figuras que catalogou como perigo potencial para a paz e a estabilidade, realçando elementos menos abonatórios dos respectivos percursos políticos.

De Justino Pinto de Andrade, o líder do Bloco Democrático, disse, por exemplo, que “é um dos muitos bailarinos que temos no país. Saiu do MPLA sem se despedir. Hoje diz que o nosso camarada Presidente tem de sair. Que saia ele. Vá de férias!” Kamalata Numa foi descrito como um daqueles que “provocam grande surpresa para nós. Ver pessoas que foram poupadas pela magnanimidade do camarada Presidente e agora lideram a confusão”.

 

Makuta Nkondo, deputado recentemente chegado à Assembleia Nacional pela lista da UNITA e que não constou do “quarteto inicial”, mereceu também de Bento Bento a classificação de “bailarino” por mudar de afinidades partidárias (pertenceu antes à FNLA) mas ouviu críticas mais densas, pelo seu desempenho numa estação de rádio a “Despertar” onde “dia e noite” instiga à rebelião”.

A seguir atirou-se contra um cantor mas sem mencionar o seu nome, que “comeu, bebeu, recebeu todos os apoios e agora faz canções contra o camarada Presidente. Cospe no prato onde comeu”.

 

De raspão, ainda teve tempo de se insurgir contra alguém que no universo cibernético, numa rede social de grande actividade, terlhe-á enviado recados poucas horas antes da realização do acto na Cidadela. “Devia escrever contra aquele deputado que apela à subversão; contra esse ninguém escreve”.

 

O PAIS
 
   
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