26.06.2012

Administradores expulsam UNITA das sedes comunais do Kuemba

O secretário municipal da UNITA, no Kuemba revelou ao Presidente Samakuva que as autoridades expulsaram a UNITA nas três sedes comunais, usando artifícios administrativos falsos de que os espaços em que a UNITA tinha as suas haviam sido requeridos por terceiros.

. “Passado algum tempo verificamos que era mentira, eles socorreram-se desse mecanismo para inviabilizar a presença da UNITA nas comunas”, disse António Moloweno, secretário municipal do Kuemba, acrescentando que em virtude dessa situação, as estruturas comunais encontram-se funcionando nas aldeias. Segundo informações prestadas pela mesma fonte, a sede do Galo Negro na comuna do Luando foi destruída em Dezembro de 2010,tendo os malfeitores se apoderado de trinta chapas que cobriam o imóvel e destruíd,o por fogo posto o jango de reuniões. No Munhango a expulsão da UNITA aconteceu em Junho de 2011 e foi orientada pelo administrador de então Lindo dos Santos, que é responsável pela retirada de tijolos do escombro em que se instalara a delegação da UNITA, segundo anunciou a Rádio Despertar que emite a partir de Luanda.

Já em Sachinemuna a UNITA perdeu a sua sede em 2009, na sequência de agressão física aos militantes e dirigentes, orientada pelo administrador municipal. A par da destruição das estruturas comunais da UNITA, em Sachinemuma, os assaltantes apoderaram-se dos bens materiais da UNITA.Uma queixa apresentada às autoridades policiais não resultou. Na realidade, impera no Kuemba um clima de intolerância política. Uma das provas disso é que na véspera da visita do Presidente da UNITA ao município, esta semana, a administradora daquela circunscrição, Laurinda Kapokolola exortou as populações a irem às lavras, para não receberem a delegação do líder do Galo Negro.

Outro indício de intolerância política no Kuemba revelou-se pela recusa da realização do encontro de cortesia na sede da administração municipal, sob alegação de que estava em reabilitação, mas a revelação foi refutada pelos representantes locais da UNITA, segundo os quais a administradora que se encontrava ausente deixou ordens para que Samakuva não fosse recebido no palácio. Uma reunião, com o vice-administrador Israel Chissingui e o líder da UNITA ocorreu no comando municipal da Polícia Nacional.

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