GUIA DE ACTIVISMO:
METODOS NÀO-VIOLENTOS E PREPARATIVOS PARA MANIFESTANTES CONTRA AS INJUSTIÇAS, MÁ GOVERNAÇÃO, CORRUPÇÃO, REPRESSÃO E CONTRA A DITADURA

- Adoptada no contexto angolano-
Como comportar-se e agir perante à repressão e o opressor
Durante o percurso da sua campanha você tem que cuidar da gestão de três tipos de recursos
apresentados tais como - humanos, materiais e tempo - você para implementar coloca
o plano em sentido inverso, mas você também irá prepara-lo para enfrentar as medidas da repressão que o seu adversário não vai deixar de usar.
Os métodos repressivos usados contra
um movimento de oposição são muitas e consistem
principalmente de pressão sobre seus membros e impedir ou
dificultar suas ações para evita-lo de agir de forma eficazr. Propomos, portanto, agora de aprender o máximo
possível para neutralizar a capacidade de seu adversário
para obstruir e controlar sua rede de comunicações interna e externa e, sua influência negativa sobre o moral de suas tropas: Se a moral dos activistas é alcançado e o adversário é capaz de antecipar todas  as ações de sua campanha, o movimento terá pouca chance de aplicação eficaz da sua estrategia não-violenta.
Os métodos repressivos de criar um clima de o medo, é um método frequentemente utilizado. O medo é uma reação que ocorre naturalmente em alguns circunstâncias,
quando o corpo e a mente se sentem ameaçados.
Despertar o medo é, portanto, uma ferramenta eficaz enfraquecer a capacidade de um movimento para agir. Então você vai aprender o que é medo, e como antenuar efeitos adversos através da comunicação e criar um clima de confiança dentro do seu movimento. Portanto, este é assuntos sérios, por isso sempre tenha em mente que não há vergonha em ser colocado na prisão por causa de seu compromisso com a liberdade e a democracia.

 
 

 

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O 3 DE DEZEMBRO ESPAÇO DE LIBERDADE PARA O POVO TRANSFORMADO EM LOCAL DE VIOLÊNCIA PELAS AUTORIDADES ASSOCIADAS A MARGINAIS

05.12.2011
avo

O Governo angolano proibiu manifestações no largo da Independência, em Luanda. Quem desobedecer já sabe que comete um crime e que vai levar porrada de criar bicho.

O Governo da Província de Luanda, alegando que a medida tem como objectivo assegurar as condições para o exercício do Direito de reunião e de manifestação em lugares públicos, indicou, em alternativa, alguns locais para o efeito.

Digamos que é a democracia “made in MPLA” no seu melhor e, é claro, uma forma altruístas e benemérita de o dono do regime mostrar ao mundo com quantos paus se constrói a canoa do regime.

 

Uma nota do Governo de Luanda distribuída hoje à Angop, indica que havendo necessidade de se dar cumprimento ao estipulado na Lei sobre o Direito de Reunião e de Manifestação, inerente à reserva de lugares públicos devidamente identificados e delimitados, foram indicados espaços nos nove municípios da província.

 

Tudo, portanto, dentro da legalidade e no respeito pelos mais nobres direitos democráticos, éticos e civilizacionais de todos aqueles que estão de acordo com o regime.

 

"Não é permitida a realização de actos públicos fora dos lugares indicados e o incumprimento do despacho faz incorrer os promotores em crime de desobediência", indica a nota assinada pelo governador interino, Graciano Domingos.

 

No município do Cacuaco, as pessoas podem manifestar-se nos campos da CAOP PARK (comuna da Funda), Panguila e da Cerâmica, enquanto no Cazenga, as manifestações são permitidas nos campos das Manguerinhas (comuna do Hojy Ya Henda), dos Bairros Unidos (Cazenga - zona 18) e da Casa Azul (Tala Hady- zona 19).

 

As pessoas que pretenderem se manifestar no município da Ingombota devem utilizar o Largo do Ponto Final (Ilha do Cabo) ou o campo de futebol da Chicala I. Já no Kilamba Kiaxi devem ser usados os campos de futebol do Camama (comuna do Camama) da Vila Rios (Vila Estoril) e o do Palanca (Palanca).

 

Segundo a nota, os manifestantes da Maianga podem reunir-se nos campos do Felício (comuna do Prenda, bairro Sagrada Esperança), do Katinton (Cassequel), enquanto os da Samba devem usar o da Camuxiba.

 

Nos municípios do Sambizanga e de Viana as pessoas podem manifestar-se no triângulo do Bairro Uíge (comuna do Ngola Kiluanje) nos campos de Luanda Sul, Bairro da Regedoria, e do MINDEF na CAOP-B.

 

Como se vê, o regime angolano não só dá total liberdade de manifestação como até escolhe os melhores lugares para que os manifestantes possam, em segurança, dizer o que pensam. É claro que, como em qualquer democracia, os manifestantes não podem escolher os locais porque, quem sabe da matéria, são os donos do país.

 

 

 

 

 

 
 
   
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